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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

KEEP CALM AND CARRY ON

Um problema novo! Mas não é bem um problema e nem surgiu agora, logo ele não é novo, assim com também não é um problema :') mas foi algo que ficou mais perceptível agora, agora que minha vida ganhou um novo elemento, um elemento lindo! *-*

Eu tenho atualmente quatro grupos importantes na minha vida, um que é nato, a família, além da família existe o grupo dos meus amigos mais antigos, os amigos do trabalho e meus queridos amigos da pós-graduação.

Mas o “problema” foi adequar tudo isso a chegada de um elemento que tem a relevância de um grupo todo, o namorado, até então eu não tinha pensado em como a vida é basicamente dividida em blocos (família, trabalho,faculdade, amigos e s2 por exemplo), e em como passamos nossas vidas zanzando entre esses grupos. Foi graças a uma conversa de academia com um amiga que ficou claro que eu precisava adequar a minha vida a alguém novo, importante pra mim e com quem eu queria estar em muitas ocasiões, então ela sugeriu um sistema de organização pessoal, o GTD, filho da administração de empresas, que ela mesma tinha começado a utilizar para organizar sua casa e sua vida.

Achei muito legal, mas também sabia que talvez aquele sistema todo, lindamente montado não servia pra mim agora, então escolhi me organizar através de um aplicativo de organização pessoal no meu celular. Ótima ideia eu pensei na hora, deve ter alguma coisa muito fácil e simples pra eu usar e não esquecer de ninguém, de nenhum compromisso e de nenhuma data importante!

Não é fácil! Não está sendo fácil! Rs

Mas depois de uma verdadeira batalha dos aplicativos, em que meu celular tinha mais notificações do que eu conseguia suportar, eu deixei apenas um pra batalha final: cuidar da minha agenda e não me deixar esquecer nada. Ser a minha Siri.

O Keep do Google é o aplicativo que estou usando pra organizar tudo, é bonito, mais prático do que os outros, tem alarme, é grátis e deixa eu separar esse povo todo por cor. Coisa boa! Mas ainda tá em fase de teste, preciso me adaptar a ele e que ele se adapte ao que eu preciso, to separando por cor os compromissos e deixo branco os lembretes/anotações corriqueiras, coisas que preciso fazer ou lembrar  que não envolvem ninguém além de mim e minha memória fraca. Usei nesse teste o Evernote e o Todoist, além do Keep claro, mas acho que a questão aqui é mais de adaptação do que qualidade, os três são muito bons!



quinta-feira, 29 de outubro de 2015

VIDA DE ADULTO

Ainda me causa estranheza estar namorando, não porque namorar seja estranho, mas porque era uma coisa que pra mim soava como ganhar na loteria: eu queria, tinha medo de não saber o que fazer e achava uma coisa quase impossível. Mas senhoras e senhores estou namorando! s2

Ainda existem pontos a serem acertados nessa relação, mas somos jovens, bonitos (cof, cof, cof) e estamos apaixonados.
 
Não foi esse o motivo da falta de postagens no blog, não foi mesmo, muita coisa mudou de lá pra cá, senti que escrever aqui era uma coisa menos necessária, quase não visitei também tantos blogs tão legais e amigos. Quase perdi o Tempestade virando Implacável e ainda estou espantado com o Homens, Pipoca e Cinema estar namorando rs.

Mas eu lembro, hoje especialmente, o quanto gosto de ler o que essas pessoas escrevem e o quanto me divirto, me identifico, rio ou mesmo me solidarizo. Então pretendo estar mais ativo (aliás... outro post!) nesses blogs que eu tanto gosto. E assim me animar mais pra escrever aqui, lugar que eu arrumei direitinho pra depositar devagarzinho minhas ideias.

segunda-feira, 23 de março de 2015

QUADRILOGIA ALIEN

Ganhei de Natal, em janeiro, um presentão do Douglas do Blog Tempestade, a culpa da demora na entrega foi toda da distancia, ele mora muito longe, o Rio de Janeiro é longe pra mim. Mas isso não tornou o presente menos importante e querido, tava doido pelo box da Quadrilogia Alien a um tempinho já. E pra deixar tudo mais legal recebi também uma camisa do melhor e mais politicamente correto personagem de South Park: Kyle!

O box tem Alien, o oitavo passageiro de 1979, Aliens de 1986, Alien 3 de 1992 e Alien: Resurrection de 1997.

A saga nasceu antes de mim, mas foi ela que me levou pro mundo da ficção cientifica e pelo espaço, engraçado é que o filme foi feito pra jovens adultos, no fim dos anos 60 e início dos anos 70, era esse pessoal que tava interessado na conquista do espaço.

O filme tinha como protagonista um mulher, Ripley. Cara! A Sigourney Weaver tava demais nesse papel! Ela não era famosa na época, tinha andado pela Broadway, mas foi a primeira protagonista dela, e só foi assim porque eles contavam com esse diferencial pra se destacar entre os filmes do gênero.

Elenco do primeiro filme.


E se destacou, é um lembrança bem viva da minha adolescência, e a Ripley sempre foi um algo a mais, ela era forte, inteligente, bonita, durona mas tinha sentimentos, bem, pelo menos até o último filme. Que aliás conta com a fofa Winona Ryder, numa vibe pré escândalos cleptomaníacos.

A saga toda foi indicado 11 prêmios Oscar, mas só venceu um: Efeitos Visuais, pelo primeiro filme. 

Um grande abraço Douglas! E não, o blog não morreu, nem eu.


segunda-feira, 8 de setembro de 2014

FEITIÇO DA LUA (1987)

Amanhã as 01h38min vai acontecer a última superlua do ano, a lua vai estar cheia e até 30% maior e mais brilhante, vai ser lindo e depois de ter assistido ontem ao Feitiço da Lua (Moonstruck, 1987) tenho certeza que essa é a noite perfeita pra amar, sim! Pra amar!

Ou não ¯\_(ツ)_/¯

No filme o auge de todos os romances acontece numa espécie de superlua, notada pelos amantes e que atribui a tudo muito romantismo e uma pitada de mistério, aquele mistério legal que a lua causa, Cher está espetacular como protagonista desse filme, bonita, simples e engraçada, tem um jovem e viril, mas não bonito, Nicolas Cage. Tudo muito italiano, falado, gritado e gesticulado. Além da Olympia Dukakis esbanjando charme da terceira idade (serving old Hollywood realness). Filme premiado pra caramba, uma comédia romântica muito bem executada, tudo na medida, engraçado, romântico e com bons paralelos. Noite propícia pra assistir!



Passei o mês de agosto todo sem postar, logo agosto, um mês tão bacana, mas tudo bem, estou de volta!

quinta-feira, 10 de julho de 2014

AI!

Depois de descobrir um problema com minha pressão arterial, acompanhado do pensamento de que sou muito novo pra isso, mudei alguns hábitos na esperança de viver muitos anos, de viver muito bem esses anos.

Passei a consumir mais frutas e verduras, nada de mais. A incluir coisas integrais na alimentação, como pão, arroz e biscoitos, e me exercitar pelo menos quatro vezes na semana e dormir melhor, quantidade e qualidade. E isso tudo junto às vezes é um porre, mas eu faço.

Eu que achei que já tinha me acostumado com academias e exercícios físicos ainda consigo me surpreender com a minha capacidade de ficar dolorido, mês após mês, toda vez que altero minha rotina de exercícios. De vez em quando penso em namorar meu personal, já que ele sempre arranja um jeito diferente de me f*der.

Agora que acabou a moleza dos jogos, voltamos a programação normal dos exercícios. Ai!


quarta-feira, 18 de junho de 2014

THE NORMAL HEART (FILME HBO)

Acabou Game of Thrones, acabou Hannibal, muitas mortes importantes em ambos, mas nada fora do normal. Acabou Psi, apesar do que li por aí, gostei da maior parte dos episódios. True Blood vai apresentar sua última temporada e por isso a HBO tá botando quente num loop infinito de episódio atrás de episódio e temporada atrás de temporada.
Falando em HBO, a pouco tempo estreou o filme para TV The Normal Heart, protagonizado pelo Mark Ruffalo (Minhas mães e meu pai, 2010), Matthew Boner (The white collar), Julia Roberts, Taylor Kitsch (Battleship, 2012) e Jim Parsons (The big bang theory). Falar sobre a AIDS quando ela ainda nem tinha esse nome é tão estranho, determinadas horas o filme parece um daqueles batidos sobre apocalipse, uma doença que tá matando as pessoas e que ninguém sabe o que é, com sintomas estranhos e que modifica a aparência, outras horas parece que é só sobre política, sobre as conspirações conspiratórias da Casa Branca e de repente é um drama, tipo um soco no estômago mesmo, tem algum romance, tem sexo, tem nudez (saiam da sala crianças), mas antes de tudo trata do direito das pessoas a saúde e a liberdade. O filme é dolorido até certo ponto, mas é bom, talvez por isso, por não tornar bonitinho um assunto tão sério, mas vale muito mais como registro de um momento tão importante, a descoberta do vírus HIV, afinal as mudanças causadas por essa descoberta repercutem até hoje no nosso cotidiano.