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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

REFERÊNCIA BRASILEIRA

Há pelo menos uma coisa em comum entre os brasileiros que marcaram nossa arte: eles sofreram grande influência do exterior. Desde a música, dança e artes plásticas. Não a como negar, e essa influencia foi positiva pras terras tupiniquins, porque nossa arte não foi copiada do resto do mundo, mas usou o mundo como inspiração, base e escola para o que seria feito aqui no Brasil.


Grande parte disso ocorreu porque somos um país novo, passamos a pouco tempo pelo imperialismo, colonialismo e ditadura, foram muitas mudanças em razoável pouco tempo, foi um movimento rápido e forte que fez nascer uma cultura ímpar e bem diversificada, país da bossa nova, do samba, dos gêmeos, das havaianas, da Tarsila do Amaral, do Machado de Assis, da Fernanda Monte Negro, da Alice Braga.  Em pouco tempo o país que buscou tantas referências lá fora, tornou-se distribuidor de tantas outras.



Foram descobertos em Munique (Alemanha) depois a dupla viajou pelo mundo realizando projetos em parceria com outros artistas e em 2003 a primeira exposição solo na galeria Luggage Store, em São Francisco.
Pintora e escultora estudou em Arpad Szènes, Dobrinsky e Léger em Paris.
Estudou língua e literatura inglesas na Universidade de Oxford,  foi vice-cônsul em Los Angeles e atuou no campo diplomático em Paris e em Roma.
Em 1967, mudou-se com sua família para Nova York, no distrito do Queens. Quando foi introduzido à língua e a cultura norte-americana.
Começou a dançar profissionalmente na França, no Ballet de Marseille, frequentou a Academia Goubé na Sala Pleyel, em Paris, a Academia Internacional de Dança Rosella Hightower, em Cannes, e o Dance Center-Covent Garden, em Londres (Inglaterra).