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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

CONSELHOS


Não é um conselho. Mas é sobre conselhos, principalmente aqueles que distribuímos por aí, Oscar Wilde, na imagem acima, resume bem o que devemos fazer com nossos conselhos: segui-los! Se você também quiser dividi-los tudo bem, mas não sem antes cumpri-los. É como recomendar aquelo jogo, filme, livro do qual você somente ouviu falar para um amigo, é quase injusto, e no caso do famigerado conselho é também desleal, com você mesmo. E você que achava que só era complicado lidar com os outros tcs tcs tcs. Além dessa frase esse mês vi um ótimo episodio de Adorável Psicose, A vida dos outros (T05E05), que tem como regra de ouro viver conforme os conselhos que damos aos outros. Acho digno e justo.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

TRÊS É DEMAIS (FULL HOUSE)

Uma boa surpresa da TV aberta brasileira: ainda hoje passa a série Três é demais (Full House), originalmente transmitida de 1987 a 1995, que já passou pela Globo, Warner e ainda é transmitida pelo SBT.
O programa todo gira em torno da vida de três homens jovens e solteiros que tem que cuidar de uma adolescente e duas crianças, na mesma casa, que está cheia (rs), depois da morte da mãe delas e mulher de um deles. Claro que ao longo de 8 temporadas muita coisa mudou, novos elementos surgiram e a dinâmica foi se alterando.

Do elenco original da esquerda para direita: Stephanie, Danny, D.J., Jesse, Michelle e Joey.

É um sitcom típico dos anos 90, politicamente correto, feito para família, com crianças, piadas prontas e muitas risadas de fundo. Com essa descrição pode até parecer chatinha, mas é uma serie engraçada e com boa qualidade, tanto de produção quanto atuação. Essa é a série responsável pela descoberta e fama das irmãs Olsen, que dividiam o papel da pequena Michelle.
E tem aquele climão de anos 90, as roupas, a imagem, os cortes de cabelo, lembra Um maluco no pedaço (The Fresh Prince of Bel-Air), Blossom e as primeiras temporadas de Friends.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

SOMOS O QUE SOMOS

 


Somos lo que hay ou We Are What We Are traduzidos calham em Somos o que somos, título dos dois filmes no Brasil, o primeiro é mexicano e foi lançado em 2010 e o segundo norte-americano com lançamento marcado para o dia 29/11/2013.
O segundo é um remake dirigido por Jim Mickle que tenta fazer um filme mais profundo e sem as lacunas que o primeiro deixou. Tenho grande impressão que ele vai ser menos violento e com mais suspense, até para garotinhas loiras e sem expressão eles apelaram, duas!
Mas pelas críticas que andei lendo... Sim, se vou gastar meu precioso tempo e meu rico dinheirinho no cinema que seja com algo com uma grande possibilidade de me agradar, já que possibilidade ele já tem, como grande fã do Dr. Hannibal Lecter que sou.
Falando nisso os filmes me lembraram duas versões de Hannibal, a do cinema (O Silêncio dos Inocentes,1991) e da TV (Hannibal, 2013) respectivamente.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

5 GRANDES CENAS DE DECEPÇÕES AMOROSO-MUSICAIS DO CINEMA


Meryl Streep cantando The Winner Takes It All no musical Mamma Mia!, 2008.



Samantha Barks cantando On My Own no musical Os Miseráveis, 2012.



Jennifer Hudson cantando And I Am Telling You I'm Not Going no musical Dreamgirls, 2006.



Helena Bonham Carter cantando Tears To Shed (Ele ainda te conhece tão mal) na animação A Noiva-Cadáver, 2005.



Olivia Newton-John cantando Hopelessly Devoted to You no musical Grease, 1978.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

O SOM AO REDOR E O OSCAR 2014

Cartaz do filme em inglês pra divulgação nos EUA.

O possível candidato brasileiro a categoria de melhor filme estrangeiro do Oscar 2014 é O som ao redor, já considerado um dos grandes favoritos e semana passada começou oficialmente sua campanha de divulgação em Los Angeles.

A impressão é que o filme foi feito para concorrer ao Academy Awards, mas não sei se foi feito para vencer. O filme tem todo um clima de um bom drama mesmo, muitas cenas aleatórias, estranhas, atrevidas, silenciosas, diálogos curtos, mas o elenco não tem carisma e o enredo não convence, não envolve, não segura. Um filme sem pegada!

Depois de duas sessões do filme o sentimento de que alguma coisa se perdeu não foi totalmente excluído. Será que peguei no sono em alguma cena? Será que por falta da legenda não compreendi algo? Não. Simplesmente não estava lá. Melhor sorte pra nós da próxima vez.

A imagem do cara tomando banho numa espécie de cascata de sangue me chamou atenção nas primeiras imagens de divulgação do filme, mas não vingou!

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

SOMEWHERE ONLY WE KNOW NA VOZ DE LILY ALLEN EM COMERCIAL



Já é natal? Não, mas as lojas já estão nos bombardeando com comerciais, então surge, no meio de tanta musiquinha chata e ofertas imperdíveis, Lily Allen cantando Somewhere only we know do Keane em um comercial da John Lewis, que é um animação de 2 minutos sobre o espirito natalino selvagem (oi?). Não quero saber o que vendem, só quero ouvir a música e apreciar a paisagem...


Em de 2010 Ellie Goulding cantou Your song do Sr. Elton para um companha dessa loja que também ficou ótima, mas em 2011 Slow Moving Millie cantou Please, please, please e em 2012 Gabrielle Aplin cantou Power of love e não chegaram lá.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

VOU CANTAR NO MEU FILME E PRONTO!

A trilha sonora de um filme é algo importante sem dúvida, mas não é todo mundo que presta atenção nisso, a não ser que a música seja cantada em alto e bom som no meio do filme, pelo protagonista e com aquela cara de show, como nesses exemplos:


Craig (Keir Gilchrist) em Se Enlouquecer, Não se Apaixone (It's Kind of a Funny Story, 2010) canta Under Pressure na sala de recreação de um espécie de clinica psiquiátrica, em meio a toda variedade de problemáticos, com a maior onda de rockstar que a banda Queen merece!





Todo o charme alternativo de Joseph Gordon-Levitt é emprestado ao Tom para cantar, no mais animado estilo Disney, no meio da rua e rodeado por estranhos estranhamente amigáveis e felizes o clássico dos Hall & Oates: You Make My Dreams, no filme (500) Dias com Ela ((500) Days of Summer, 2009).

BÔNUS

Ferris (Matthew Broderick) cantando Twist and Shout dos Beatles em Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller's Day Off, 1986).

Patrick (Heath Ledger) sensualizando ao cantar Can't take my eyes off of you de Frank Valli em 10 Coisas que Eu Odeio em Você (10 Things I Hate About You, 1999).

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

SÉRIE BRASILEIRA: ADORÁVEL PSICOSE

Adorável Psicose é uma série brasileira muito boa, diferente do que costumamos ter como padrão dos produtos nacionais, soa mais inteligente, aborda problemas cotidianos, psicológicos e relacionamentos de forma satírica e engraçada.
A protagonista é a jovem e psicótica Natália, dona de cabelos enrolados, um estilo retrô, um humor ácido e, para dizer minimamente, intolerância as pessoas. Essa descrição serve tanto para a personagem quanto para a escritora/roteirista/atriz Natália Klein dona do blog Adorável Psicose, inspiração para a série que no canal pago Multishow já está no meio de sua 5ª temporada, todas as quartas as 22h.
O programa tem ótimas sacadas, ataques musicais e bons momentos nada a ver. Destaque para psicanalista Dra. Frida, para o Cara de bigode e para trilha sonora da série, recheada de música velha e boa.


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

AMERICAN HORROR STORY COVEN E FLEETWOOD MAC


Quem tá acompanhando a nova temporada de American Horror Story deve ter notado a música Rhiannon (nome também de uma feiticeira da mitologia celta) do grupo anglo-americano de rock Fleetwood Mac formado em 1967. 

A música foi destaque no segundo episódio (S3E2),  Boy Parts, no qual conhecemos um pouco melhor a bruxa Misty Day, que pode ressuscitar, pelo que já vi, a si mesma e a outros seres. A feiticeira interpretada por Lily Rabe, a freira endemoniada da segunda temporada, é fã de Stevie Nicks, a vocalista da banda Fleetwood Mac, que chegou a ser acusada de envolvimento com bruxaria e a religião neopagã Wicca.

Mas de toda essa bruxaria em torno dessa referência sobra uma ótima música, de uma grande artista, de um excelente grupo.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

O LADO BOM DA VIDA

Do título original The Silver Linings Playbook, no Brasil ganhou o nome de O lado bom da vida, louvável, porque mostra que alguém leu o livro antes de nomeá-lo.

O livro mostra de forma confusa o também confuso Pat, ao sair de uma instituição de tratamento psiquiátrico, sem lembrar muita coisa de sua vida nos últimos anos, tentando retomar sua antiga vida, antes "desse lugar ruim". Mas não de qualquer forma, da melhor forma possível, quer ser um marido melhor, um filho, irmão e ser humano melhor. Tudo isso de uma forma simples, do jeito que pensamos às vezes, lendo mais, se exercitando, procurando ajudar e ser gentil. Reconquistar tudo que ele perdeu, incluindo sua preciosa Nikki, sua esposa de quem ele somente lembra ter dado um tempo para sua recuperação.


Tudo no livro é sobre a perspectiva do protagonista, e como não podia deixar de ser, com Matthew Quick como autor, muitas referências aos gigantes da literatura como A Letra Escarlate e O Apanhador no Campo de Centeio, assim como muito futebol americano com os torcedores fanáticos dos Eagles, estádios, torcidas, brigas.


Mas o que realmente chama atenção é a vontade enorme de Pat de ver, me perdoem, o lado bom da vida. De esperar por um final feliz no filme dele, como ele mesmo diz, da sua fé, de se preparar para seu grande e incontestável final feliz. E que o seu passado pode ser ofuscado pelo grande esforço em ser melhor.

Fiquei surpreso ao ver algumas referências, como aos filmes Rocky Balboa e Stars Wars, as músicas Gonna Fly Now de Bill Conti tema de Rock e Total Eclipse of the Heart de Bonnie Tyler, dessa última até os versos são citados e não esquecendo do importantíssimo sax do Sr. Kenny G. em Songbird.

Arte de Joshua Budich
E tem o filme, com Bradley Cooper e Jennifer Lawrence, que agora também estampam o livro. Concorreu as principais categorias do Oscar e Globo de Ouro e ganhou diversos prêmios.

Tiffany, personagem interpretado no cinema por Jennifer Lawrence (Inverno da Alma, 2010), causa de sua queda na premiação e de seu Oscar de melhor atriz, é talvez a pessoa pela qual Pat mais senti empatia nessa nova fase da vida, já que ela também esta se recuperando e é bem doida.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

CURTA: EU NÃO QUERO VOLTAR SOZINHO


INFORMAÇÕES TÉCNICAS
Duração: 17’
Ano de produção: 2010
País de Origem: Brasil
Formato: 35mm, 24 fps, Cor
Áudio: Dolby Digital 
Janela: 1.85
www.lacunafilmes.com.br/sozinho

O curta brasileiro mostra com bastante simplicidade o cotidiano de Leo, um estudante cego. Sua rotina muda com a chegada de um novo aluno, o Gabriel, assim como sua relação com a melhor amiga Giovana. O curta mostra as descobertas sentimentais do adolescente, suas inseguranças e a amizade dos três.



Desde a estreia no 3º Festival Paulínia de Cinema, o curta foi exibido em mais de 100 festivais onde recebeu 82 prêmios. Em janeiro de 2010, o filme foi disponibilizado na internet onde atingiu mais de um milhão de visualizações.

Atenção especial pra linda música que toca no meio e no final: Beijo Roubado em Segredo, composição e interpretação de Juliano Polimeno e Tatá Aeroplano.

sábado, 2 de novembro de 2013

7# LINKS DA SEMANA



Atuações como a de Abigail Breslin, Hailee Steinfeld e Anna Paquin são dignas mesmo.

Da Tramontina a Friboi.

Mais um pouco de arte minimalista, agora só com os figurinos.

Uma interpretação Disney do Cell Block Tango, do musical Chicago!

Uma batalha ilustrada entre as duas maiores cidades da América do Sul, São Paulo e Buenos Aires.

O Money Lover parece o melhor e o Moni o mais simples.